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Urso Tobias

Tobias, or not Tobias, that is the question. Divagações de um urso.

Urso Tobias

Tobias, or not Tobias, that is the question. Divagações de um urso.

Falta de noção

Pessoas que quando um famoso tem um problema grave ou morre fazem comentários como "Foi preciso acontecer isto a X para ver como tudo muda de repente, um dia estamos bem e no outro já não. A vida é tão frágil." ou parecidos, deviam levar uma lambada no focinho para ver se deixavam de ser tão sem noção e acordavam para a vida.

Uma coisa é ficar surpreendido ou chocado com um acontecimento a alguém que, apesar de não ser familiar, se tem uma noção de familiaridade com essa pessoa. Faz sentido haver comoção e desejos de que tudo corra pelo melhor. Tudo normal aí.

Agora, ficar admirado de tal forma como se não existisse gente de todas as idades a morrer e a ter problemas graves a todo o momento? Não lêem jornais? Televisão? Internet? Nada?

É como se alguém por ser famoso não estivesse sujeito aos mesmos problemas que qualquer outro ser humano. Pior, ser preciso acontecer a alguém famoso para, de repente, se ter uma epifania e aperceber que qualquer um de nós não está livre de lhe acontecer o mesmo. É uma falta de noção da realidade e da vida que me dá a volta à barriga.

Uma manhã bem passada

Definição de uma manhã bem passada. Andar a percorrer agências da Caixa Geral de Depósitos com filas enormes para tentar ter uma nova caderneta. Sem sucesso.

Nunca pensei que a Caixa Geral de Depósitos passasse por tantas dificuldades que nem sequer tem cadernetas para dar aos clientes. Coitada. Os lucros de 492 milhões de euros do ano passado nem lhe devem dar para sobreviver quanto mais para mandar fazer cadernetas.

Ajudar o próximo

Está a chegar novamente a altura de todos fazermos o nosso IRS. Mais uma vez deixo o apelo para se aproveitar esta ocasião e ajudar entidades que dão o apoio à comunidade através da consignação quando se faz a entrega da declaração anual do imposto.

Apesar de ouvirmos algumas vezes histórias de como existem umas falcatruas, eu ainda sou daqueles que acredita que a maioria faz um trabalho meritório e que tentam ajudar quem necessita. É possível que esteja a ser anjinho, mas, mais do que nunca, nesta altura de muitas dificuldades, parece-me importante contribuirmos mesmo que de forma simbólica.

Como tal, escolham uma entidade que saibam estar a fazer um bom trabalho ou, ainda melhor, vejam na vossa comunidade local alguma que esteja em mais dificuldades, e doem-lhe 0,5% do Rendimento de Pessoas Singulares (IRS). Esta opção não representa um encargo fiscal adicional a quem o faz, uma vez que se trata de uma simples reafectação do dinheiro. Ou seja, em vez de reverter para os cofres do Estado, vai para a conta de uma instituição de solidariedade social, de beneficência ou de assistência humanitária.

Se quiserem ser mesmo, mesmo, mesmo, mesmo boas pessoas, podem consignar a atribuição do benefício fiscal em sede de IVA obtida através das despesas em cabeleireiros e salões de beleza, reparações de carros e motas, restauração e hotelaria e veterinários. Tenham atenção que este valor é efetivamente oferecido por quem doa. Portanto, sou sincero, eu não faço isso. Posso ser solidário, mas calma lá...

Fica aqui a minha ideia, para todos nós podermos ajudar um pouco o próximo, em particular nos tempos complicados com que nos deparamos atualmente.

Lista de entidades autorizadas: https://info.portaldasfinancas.gov.pt/pt/apoio_contribuinte/IRS/Pages/IRS_entidades_beneficiarias_consignacao.aspx

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