Paulo Benhecos
Continuando com a onda non-sense:
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Com o atraso da abertura das portas acumulando com uma segurança (demasiado) apertada, muitas das pessoas não puderam assistir na totalidade a actuação dos Mastodon. Essas pessoas perderam parte de um concerto poderoso, apesar de com alguns problemas de som tão normais no Pavilhão Atlântico (a acústica é péssima). A banda de Atlanta apresentou-se durante cerca de 40 minutos a bom nível, dando a conhecer ao público português algumas das músicas do seu recente trabalho "Blood Mountain". Faltou apenas terem tocado algumas das músicas mais emblemáticas da banda, tais como "Blood and Thunder" ou "March Of The Fire Ants". Espera-se que venham a Portugal novamente para um concerto "só seu", onde possam potenciar ainda mais todo o seu valor.
Passavam alguns minutos das 22:00h quando entraram os Tool em palco. Comandados por Maynard (apresentou-se com uma máscara de gás na qual o microfone estava perfeitamente integrado) cada elemento ocupou o seu lugar como se de um posicionamento militar se trata-se. Cada elemento sabe o seu papel na banda e potencia-se ao máximo o seu valor dentro dela. Fazendo uma comutação entre músicas do último álbum 10000 Days e os anteriores, assim se foi desenrolando o concerto. No encore, o quarteto decidiu juntar-se e ficar sentado à frente do palco, interagindo um pouco com o público presente.31 seguidores
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